Eu fui a pessoa que achava que era golpe
Conto isso porque a dúvida que você tem hoje é exatamente a que eu tive. E porque uma resposta sobre "vale a pena" só serve se quem responde já esteve do seu lado da pergunta.

Minha perspectiva mais ousada era um bom emprego
Sou farmacêutica. O meu plano de vida era o que a maioria de nós aprende: fazer faculdade, arranjar um trabalho com bom salário e seguir. Empreender não estava no mapa, e vender cosméticos, muito menos.

Fui convidada e neguei durante nove meses
Recebi o convite para começar e, como toda pessoa com mentalidade de emprego, recusei. Por nove meses. Eu tinha certeza de que era golpe, que era pirâmide, que ninguém ganhava dinheiro com aquilo de verdade.
O meu pensamento era: "se não der certo, eu vou reclamar para essa empresa que os métodos deles não funcionam, que é pura enganação, porque eu fiz tudo o que mandava na cartilha".

Num belo dia, fui demitida. E o negócio foi dando certo.
Perdi o emprego. Resolvi fazer daquela oportunidade que eu tanto negava a única oportunidade, com muito medo, insegurança e incerteza. Não foi rápido nem mágico. Foi fazer o que a cartilha mandava, todo dia, com clientes de verdade.
Com o tempo, subi os degraus que existem para qualquer consultora: Futura Diretora, Diretora em Qualificação, Diretora. Os mesmos que estão abertos para quem entra hoje, sem garantia de que vai subir e sem prazo, porque isso depende de trabalho.

Reconhecimento, viagens e uma vida que eu não imaginava
Jamais imaginei que poderia viajar para fora de Santa Catarina, muito menos para fora do Brasil. O reconhecimento por resultado, que a empresa dá em joias, viagens e no carro rosa, foi acontecendo à medida que o trabalho acontecia. Não vou colocar cifra aqui, porque o que eu vivi não é o que qualquer pessoa vai viver; é o que o trabalho constante me trouxe.
Fora do Brasil, pela primeira vez, por causa do trabalho
E depois aprendi a ensinar outras mulheres
O que mais mudou não foi o que eu conquistei, foi o que eu aprendi a transformar: mentalidade, realidade, metas. E depois, ensinar outras pessoas a viverem essa mesma transformação. Hoje é isso que eu faço: acompanhar quem está começando, com método, presença e sem promessa vazia.

